Neste post estão três das mais recentes doações recebidas pelo programa para o seu cenário colaborativo.
A réstia de alhos foi um mimo da minha dona digníssima senhora proprietária, Verônica Azeredo. O peso, que parece ter saído do fundo do mar, veio, na verdade, de uma propriedade rural da família da vizinha mercearística Ivana de Fátima. E o pegador de alpiste, que já labutou em uma mercearia de verdade, foi presente do bravo Cloviomar Cararine.
[Fotos: Vitor Menezes]
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sábado, 18 de setembro de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Apenas para efeito de registro
[Foto: Álvaro Marcos]
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Brasil, sil, sil, sil, sil
[Foto: Álvaro Marcos]
sábado, 12 de junho de 2010
Suntuosas instalações do lugar secreto
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Detalhes do cenário: o caderno do fiado
Toda mercearia que se preza tem que ter um. O nosso, por enquanto, está vazio. Não pelo fato de os clientes pagarem sempre à vista, mas pelo fato deles não existirem. Alguém aí se candidata a abrir uma conta no caderninho?
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Detalhes do cenário: a toalha quadriculada
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Detalhes do cenário: o produto que virou prêmio
No final de 2009, queríamos fazer algo diferente para o último programa do ano. Daí que bolamos a entrega do troféu óleo de peroba, produto que já estava à mão ali na prateleira. Como nenhum agraciado apareceu para buscar, ele continua no cenário até hoje.
[Foto: Vitor Menezes]
[Foto: Vitor Menezes]
terça-feira, 8 de junho de 2010
Detalhes do cenário: cebolas argentinas!
Não é só a balança que veio da Argentina. O saco vermelho de cebolas Bego também veio do país vizinho. Pelo menos o produto é importado de lá. Oviedo jura que não foi intencional. O saco “apareceu” em meio aos primeiros elementos que foram utilizados para compor o cenário.
[Foto: Vitor Menezes]
[Foto: Vitor Menezes]
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Detalhes do cenário: a balança argentina
Caminhava eu janeiro passado pela feira de San Telmo, na Buenos Aires de Oviedo, onde e quando poderia pensar em um milhão de coisas melhores, e eis que me vem à cabeça, em meio aos muitos antiquários do lugar, que ali encontraria algo que tivesse a ver com o clima retrô que procuramos dar ao cenário da Mercearia.
Foi em uma casa muito antiga, uma espécie de cortiço que, em lugar de várias famílias em seus cômodos, tem várias lojas, que encontrei a balança. Achei a cara do programa e com a vantagem de não ser muito grande. Coube na bancada sem esconder todo mundo.
Para trazê-la, renunciei a algumas outras compras. Não somente pela grana, mas pelo excesso de peso. Até pensei em trazê-la na bagagem de mão, mas acabou vindo em uma mala mesmo. Chegou sem ferimentos graves. Agora faltam os pesos.
[Foto: Vitor Menezes]
Foi em uma casa muito antiga, uma espécie de cortiço que, em lugar de várias famílias em seus cômodos, tem várias lojas, que encontrei a balança. Achei a cara do programa e com a vantagem de não ser muito grande. Coube na bancada sem esconder todo mundo.
Para trazê-la, renunciei a algumas outras compras. Não somente pela grana, mas pelo excesso de peso. Até pensei em trazê-la na bagagem de mão, mas acabou vindo em uma mala mesmo. Chegou sem ferimentos graves. Agora faltam os pesos.
[Foto: Vitor Menezes]
domingo, 6 de junho de 2010
Detalhes do cenário: os produtos
Além dos cartazes antigos, alguns produtos de marcas tradicionais contribuem para mobilizar a memória afetiva, como dito no post anterior. Procuramos dar destaque a embalagens históricas como estas aí de Matte Leão, Maizena e Leite de Rosas.
Há, no entanto, algo que precisa ser corrigido: o excesso de embalagens de Ades, um produto muito novo para o espírito do cenário, e que só lotou as prateleiras em razão de ser muito consumido na casa de um certo mercearístico.
[Foto: Vitor Menezes]
Há, no entanto, algo que precisa ser corrigido: o excesso de embalagens de Ades, um produto muito novo para o espírito do cenário, e que só lotou as prateleiras em razão de ser muito consumido na casa de um certo mercearístico.
[Foto: Vitor Menezes]
sábado, 5 de junho de 2010
Detalhes do cenário: os cartazes
Atualmente, há no cenário cartazes de produtos tradicionais como Biotônico Fontoura, creme dental Kolynos, Nescau e Grapete.
[Foto: Vitor Menezes]
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Detalhes do cenário: a concepção
Desde a primeira concepção do cenário, do Gustavo Oviedo, a idéia era aproveitar tudo o que lembrasse uma mercearia de bairro, preferencialmente das mais antigas. Desde sempre desconfiamos que o argentino não utilizou direito os R$ 4 milhões que recebeu do Fundecam para montar o comércio, mas o fato é que ele arrumou para o primeiro programa umas prateleiras, botijões de gás, alguns produtos, misteriosas luvas pretas e até um carrinho de mão.
A proposta é assumir toda a precariedade de um programa sem recursos (afinal, R$ 4 milhões, em Campos, não dão para nada). Tudo pode ser incorporado. Inclusive o quadro de giz, que passou a ser uma das marcas do programa.
Com o tempo, o cenário foi ganhando cada vez mais detalhes, além de mais produtos, que chegavam em pequenos carregamentos semanais vindos das casas dos mercearísticos. E o grande barato é que a cada semana a Mercearia pode estar com uma pequena novidade, por vezes até não percebida pelo espectador.
Aos poucos, em ritmo semelhante ao da construção do próprio cenário, vamos batendo papo aqui no blog sobre estes detalhes.
[Foto: Vitor Menezes]
A proposta é assumir toda a precariedade de um programa sem recursos (afinal, R$ 4 milhões, em Campos, não dão para nada). Tudo pode ser incorporado. Inclusive o quadro de giz, que passou a ser uma das marcas do programa.
Com o tempo, o cenário foi ganhando cada vez mais detalhes, além de mais produtos, que chegavam em pequenos carregamentos semanais vindos das casas dos mercearísticos. E o grande barato é que a cada semana a Mercearia pode estar com uma pequena novidade, por vezes até não percebida pelo espectador.
Aos poucos, em ritmo semelhante ao da construção do próprio cenário, vamos batendo papo aqui no blog sobre estes detalhes.
[Foto: Vitor Menezes]
domingo, 30 de maio de 2010
O Alvará de Funcionamento da Mercearia
O programa começou em 20 de agosto de 2009, mas o alvará de funcionamento só saiu no dia 12 de novembro. É como consideramos a matéria do Monitor Campista, capa do caderno Mais, feita pela colega Patrícia Bueno, que acabou por se tornar um registro precioso de toda a construção da Mercearia, seus propósitos ou até a falta deles. Consideramos, afetivamente, este texto uma espécie de certidão de nascimento, e é por isso que ele figura em nosso cenário.
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